
Mascote do 2º TOMARLEGO
Já falta pouco …

Mascote do 2º TOMARLEGO
Já falta pouco …
Quem trabalha com datas em Linux, chega a uma altura que precisa de saber a que data corresponde um determinado número de segundos após uma data conhecida, normalmente conhecida como Epoch, 1970-01-01, para ser mais preciso.
No meu caso, a data de referência era outra mas o problema era o mesmo. Normalmente é utilizado o oocalc, a folha de cálculo do openoffice, para determinar estes valores : é mais fácil do que fazer as contas de cabeça …
Assumindo que os segundos se encontram na célula A1 e que o data de referência é 2001-01-01, a fórmula é :
=A1/86400+DATA(2001;1;1)
O número 86400 corresponde ao número de segundos num dia. Fácil não é
Já escrevi sobre uma aplicação que utilizava como organizador de notas, o Zim, basicamente era uma wiki pessoal.
A organização dos artigos deixava algo desejar, não conseguia estruturar a informação como queria e não facilitava a separação visual dos vários apontamentos que iam surgindo.
Apôs uma nova pesquisa encontrei a palavra chave para o que estava à procura notetaking, e o problema é encontrar a palavra porque depois o google e a wikipedia resolvem o assunto na maioria dos casos.
Através da wikipédia cheguei a uma lista que compara programas com o intuito de facilitar a retirada de notas e apontamentos para suporte electrónico, descobri que o google têm um programa e melhor ainda descobri o basket.
O basket é uma aplicação desenvolvida para o kde mas um apt-get instala-a no gnome. O conceito é fácil, tens cestos e lá colocas a informação que pretendes guardar, inclusive outros cestos.
Mantêm uma estrutura hierárquica e permite colocar icons e estilos de texto nas notas para melhorar a sua identificação.
Ainda não conseguiu desistir do papel, nada que chegue aquele rascunho mal feito que toda a gente percebe o que é … de uma forma diferente de todos e muito menos a que tu querias mas melhora muito a organização de notas soltas que preenche o dia a dia.
Este sábado participei na minha primeira caminhada através da ADEFACEC, associação desportiva da EFACEC.
A caminhada teve lugar em Vila Pouca de Aguiar, o percurso estava divido em dois, duas partes de 9 km, acabei por fazer 21 km, houve umas alterções no percurso final que fizeram um incremento de alguns km.
A paisagem foi excelente e a organização 5 estrelas, com passagem por algumas atracções da Vila deu vontade de repetir.
Hoje as pernas nem estão a manifestar muito cansaço mas os especialistas que dizeram que o pior era amanhã, veremos …
… deram o nó
Parece que o pessoal tá a ficar na idade dos casamentos, já não chega as festas de aniversário, agora querem ser chiques e é festa grande
Ok, vamos lá ver, este mês já deu para :
Isto é situações extremas, nada de momentos calmos na vida, além disso os testes do projecto ainda vão a meio por isso ainda devemos ter mais oportunidades para loucuras :S

Umas férias porreirinhas
A) O GAJO DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas O GAJO DA INFORMÁTICA precisa de dormir e descansar como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem telemóvel e telefone em casa; ligue só para o escritório ou para o telemóvel entre as 09h00m e as 13h00 (manhã) ou entre as 15h00 e as 19h00 (tarde) de Segunda-feira a Sexta-feira. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de descansar aos Sábados, Domingos, feriados e NOS DIAS QUE INDICOU como estando de férias.
B) O GAJO DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de se alimentar e tem horas para isso, TODOS OS DIAS. (Mesmo que não cumpra essas horas, isso é sempre uma decisão do próprio).
C) O GAJO DA INFORMÁTICA pode ter família. Esta é a mais incrível de todas. Mesmo sendo um GAJO DA INFORMÁTICA, precisa de descansar no fim de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, reparações e demonstrações, manutenção, vírus, sistemas, backups, etc.
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Se uma imagem vale mais do que mil palavras imagina um desenho feito por mais do que uma pessoa
Por vezes a melhor forma de explicar algo é por um esquema, simples e eficaz, agora quando ambos os interlocutores apenas se encontram ligados pela internet, dá muito jeito que ambos consigam discutir os detalhes em tempo real.
Para ajudar existe o sítio twiddla onde podes criar uma sessão fazer um desenho e enviar o link para outros poderem editar e comentar.
Na empresa um dos servidores foi-se, uma máquina antiga com meia dúzia de servidores, svn, wiki, bla bla, mas o disco ficou OK.
A maioria dos serviços foram migrados para o servidor de desenvolvimento mas uma das aplicações estava desenvolvida sobre a versão 4.0 do php, a sua migração é mais complicada devido à incompatibilidade entre a versão 5.0 e 4.0 do php, descontinuação total.
A solução empregue foi a construção de uma máquina virtual a partir de todo o conteúdo do disco rígido, algo bem mais simples do que parece.
É necessário ter instalado o software qemu-img e o comando é :
# qemu-img convert -f raw /dev/hdc -O vmdk external_disk/boot.vmdk
O /dev/hdc corresponde ao device do disco a ser copiado e boot.vmdk será o ficheiro que contêm o disco da máquina virtual. O qemu-img compacta o disco virtual, o espaço livre no disco não irá ser criado no disco da máquina virtual, dimínuindo o tamanho do ficheiro final.
O qemu-img não devolve informação sobre o progresso de construção do ficheiro. Para facilitar a percepção de como está a decorrer a construção do ficheiro pode-se utilizar o seguinte comando :
$ watch -n 10 “ls -lh ~/external_disk/bot.img”
O comando watch executa o comando que lhe é passado como argumento numa cadência configurável, neste caso de 10 em 10 segundos, assim dava para ir sabendo qual era o tamanho do ficheiro criado, um disco de 250 Gb gerou uma imagem de 67 Gb.
Apôs ter o disco é necessário criar o ficheiro de configuração para a máquina virtual, no meu caso utilizei o sítio easyvmx, coloquei as especificações relativas à distribuição linux que a máquina tinha e foi arrancar.
Neste caso a máquina não arrancou logo à primeira, devido às configurações internas da máquina, como os discos eram representados para o sistema operativo, através de umas pequenas alterações e o servidor estava em funcionamento.
Referências